quase antes do fim...

Na cama sonolenta,
vira para o lado, nua.
Olha para o teto vazio..
Quase desmaia...
Arisca, sussurra que me ama.
impulso de desejo descontrolado.
Isenta de astúcia, sorri aliviada
e dorme mansa...
Deitada, quieta, você sonha doce.
Descansa do amor, respira lento...
Acolhe meu carinho com talento.
Eu, assisto meu sopro nos pelos do teu pescoço,
correntes de ar vagabundas,
que retornam perfumadas de alegria...